Plano de comparticipação pecuniária - Parte?!
Diz o ditado que “a cavalo dado não se olha o dente”.
Porém, o novo “plano de comparticipação pecuniária” instituído pelo Governo da RAEM deixa-me com vontade de fazer uma “birra”, e não receber o cheque que me querem atribuir.
Porém, o novo “plano de comparticipação pecuniária” instituído pelo Governo da RAEM deixa-me com vontade de fazer uma “birra”, e não receber o cheque que me querem atribuir.
Segundo aquilo que consegui apurar, o dito plano visa "combater as pressões inflacionistas” que teimam em fustigar os preços praticados na cidade em que vivemos. - Vai daí, toca a oferecer “dinheirinho fresco” ao pessoal, que é para ver se a malta para de lhes chatear a cabeça com essa coisa insignificante, que é o aumento galopante do custo de vida!-
Recebido o dito cujo o “povão” ficará todo contente e esquecer-se-á da carestia dos preços durante uns meses.
Sucede que, ao contrário do que parece ter sido leccionado nas “cadeiras” de economia frequentadas pelos responsáveis da governação da RAEM, eu aprendi que o que faz aumentar os preços dos produtos é o aumento da liquidez dos agentes económicos. Por esse facto, sempre que o benemérito do Governo, simpaticamente, nos oferece dinheiro, o nosso poder de comprar aumenta e com isto, também os preços dos produtos em geral irão, necessariamente, aumentar.
Ora, assim sendo, parece que a fórmula encontrada pelo Governo da RAEM não fará mais do que agravar o problema com que nos deparámos a cada dia que passa. Por isso, sem qualquer tipo de pretensiosismo, propunha que se fizesse uma selecção cuidada daqueles que, realmente, estarão precisados de receber o dito cheque. Que se aumentassem as taxas de juro bancárias e que se compensasse o aforro. Que se criassem limites ao aumento do preço das casas e que se fomentasse a existência de um mercado de arrendamento justo. Que se encontrassem alternativas ao fornecimento de produtos essenciais de forma a diminuir a elevada exposição de Macau à variação do mercado cambial.
Não sei se as medidas acima referidas seriam eficazes ou suficientes para conter a dita inflação, mas creio que a formula “pão e circo” já há muito se esgotou.
Sucede que, ao contrário do que parece ter sido leccionado nas “cadeiras” de economia frequentadas pelos responsáveis da governação da RAEM, eu aprendi que o que faz aumentar os preços dos produtos é o aumento da liquidez dos agentes económicos. Por esse facto, sempre que o benemérito do Governo, simpaticamente, nos oferece dinheiro, o nosso poder de comprar aumenta e com isto, também os preços dos produtos em geral irão, necessariamente, aumentar.
Ora, assim sendo, parece que a fórmula encontrada pelo Governo da RAEM não fará mais do que agravar o problema com que nos deparámos a cada dia que passa. Por isso, sem qualquer tipo de pretensiosismo, propunha que se fizesse uma selecção cuidada daqueles que, realmente, estarão precisados de receber o dito cheque. Que se aumentassem as taxas de juro bancárias e que se compensasse o aforro. Que se criassem limites ao aumento do preço das casas e que se fomentasse a existência de um mercado de arrendamento justo. Que se encontrassem alternativas ao fornecimento de produtos essenciais de forma a diminuir a elevada exposição de Macau à variação do mercado cambial.
Não sei se as medidas acima referidas seriam eficazes ou suficientes para conter a dita inflação, mas creio que a formula “pão e circo” já há muito se esgotou.
3 Comentários:
Isso é tudo verdade, mas, como sabes, os destinatários não percebem. E, além de mais, tudo isso que elencas dá muito trabalho...
Retomo o comentário do VICI.
Dá um trabalhão, e tinha que se criar um novo serviço (o IAS serve para quê??), e não tinha o mesmo efeito político.
Melhor melhor, só na Mongólia!!!
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